Como eu já havia comentado em outro post, estava procurando uma forma de tornar o blog acessível a partir de dispositivos móveis. Voilá!
Nada como um site livre de anúncios chatos. Ao contrário do que fazem alguns sites que criam uma versão ‘light’ de blogs por meio do feed rss, mas enchem as páginas de propagandas.
Uma tirinha do xkcd sobre a diferença entre pessoas normais e geeks.
Como toda série sci-fi que se preze, Fringe também tem histórias em quadrinhos (hqs). A primeira edição — em uma série com seis — tem duas histórias: “Like Minds” e “The Prisioner”.
E, para quem tem um tempinho sobrando, criaram até um site para Massive Dynamic.
Terminei o show quase sem poder falar e com a sensação de o ouvido esquerdo estar “abafado” (siiiiiim, fiquei perto da caixa de som, beeeeeeem na frente). Mas faria tudo de novo, foi muito bom!
‘Fringe science’ é um termo utilizado para designar, entre outros, conceitos que se afastam ou não são totalmente apoiados pela ciência tradicional, e esse é o tema base de Fringe.
Como sou grande fã de séries sobre ciência forense, inicialmente fiquei em dúvida em relação a Fringe, também não há como evitar lembrar de Arquivo X. Mas, a favor da nova série, um dos autores é ninguém menos que J.J. Abrams.