Contém spoiler, se você ainda não assistiu até o episódio 1×08 “The Equation”.
Não tenho nada contra episódios auto-contidos, afinal foi assim que a franquia csi começou. E certamente outras séries já utilizaram esse formato. Mas, ao assistir cada episódio de Fringe, a impressão que tenho é que não estão ligando os fatos para criar uma trama que se estenda ao longo da temporada. Em vez disso, há fatos aparentemente aleatórios espalhados em alguns dos oito episódios que já foram exibidos.
Como toda série sci-fi que se preze, Fringe também tem histórias em quadrinhos (hqs). A primeira edição — em uma série com seis — tem duas histórias: “Like Minds” e “The Prisioner”.
E, para quem tem um tempinho sobrando, criaram até um site para Massive Dynamic.
‘Fringe science’ é um termo utilizado para designar, entre outros, conceitos que se afastam ou não são totalmente apoiados pela ciência tradicional, e esse é o tema base de Fringe.
Como sou grande fã de séries sobre ciência forense, inicialmente fiquei em dúvida em relação a Fringe, também não há como evitar lembrar de Arquivo X. Mas, a favor da nova série, um dos autores é ninguém menos que J.J. Abrams.
Depois de esperar até setembro para ver as grandes mudanças prometidas por Tim Kring e cia., acho que valeu a pena. Ok, ainda é muito cedo para qualquer conclusão; anyway, só por não ter cenas entediantes como as de Claire e West na temporada anterior, já é bem melhor. Mas uma coisa que está me incomodando é a “caminhada espiritual” de Matt Parkman. Por que raios ele foi parar sabe lá onde da África? Vamos ver onde isso vai dar.
Heroes so far…
Finalmente, o episódio pelo qual eu mais estava esperando. Com perigo e investigação combinados de uma forma que tem mostrado ótimos resultados em CSI:NY, a quinta temporada começou muito bem.
No final de Hostage, Joe (Elias Koteas) tem Mac Taylor como refém. ‘Veritas‘ prossegue com Mac saindo do rio Hudson, em Jersey City.