Muitos blogs, entre eles Mashable e TechCrunch, já adicionaram um botão do Google Buzz. E adicionar o botão “Buzz this!” é tão fácil que você não pode ficar sem integrar seu blog a essa nova rede social, afinal estamos falando do Google.
Abra o arquivo single.php, em /wp-content/themes/<seu_template_atual>/single.php, e localize a linha:
<?php if (have_posts()) : while (have_posts()) : the_post(); ?>
Substitua por:
<?php
if (have_posts()) : while (have_posts()) : the_post();
$post_title = the_title('','',FALSE);
$title_for_buzz = str_replace(' ','%20',$post_title);
?>
Isso corrige o erro “Bad value for attribute href on element a: WHITESPACE in QUERY” causado por <?php the_title(); ?>, pois essa função insere no link o título do post contendo espaços em branco. E corrigir isso é importante para que as páginas do seu blog passem pelo Markup Validation Service.
Depois disso, basta escolher uma imagem para seu botão do Google Buzz e inserir o html a seguir no local onde você quer que o botão apareça.
<a href="http://www.google.com/reader/link?url=<?php the_permalink() ?>&title=<?php echo $title_for_buzz; ?>&srcURL=<?php bloginfo('url'); ?>" target="_blank" rel="nofollow external"><img src="<?php bloginfo('stylesheet_directory');?>/images/google-buzz.png" alt="google-buzz" title="Buzz this!" />
Atualização! Mais informações sobre o Google Buzz API.
APELO AO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL: NÃO ANISTIE OS TORTURADORES!
Exmo. Sr. Dr. Presidente do
Supremo Tribunal Federal
Ministro Gilmar Mendes
Eminentes Ministros do STF: está nas mãos dos senhores um julgamento de importância histórica para o futuro do Brasil como Estado Democrático de Direito, tendo em vista o julgamento da ADPF (Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental) nº 153, proposta em outubro de 2008 pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, que requer que a Corte Suprema interprete o artigo 1º da Lei da Anistia e declare que ela não se aplica aos crimes comuns praticados pelos agentes da repressão contra os seus opositores políticos, durante o regime militar, pois eles não cometeram crimes políticos e nem conexos.
Tortura, assassinato e desaparecimento forçado são crimes de lesa-humanidade, portanto não podem ser objeto de anistia ou auto-anistia.
O Brasil é o único país da América Latina que ainda não julgou criminalmente os carrascos da ditadura militar e é de rigor que seja realizada a interpretação do referido artigo para que possamos instituir o primado da dignidade humana em nosso país.
A banalização da tortura é uma triste herança da ditadura civil militar que tem incidência direta na sociedade brasileira atual.
Estudos científicos e nossa observação demonstram que a impunidade desses crimes de ontem favorece a continuidade da violência atual dos agentes do Estado, que continuam praticando tortura e execuções extrajudiciais contra as populações pobres.
Afastando a incidência da anistia aos torturadores, o Supremo Tribunal Federal fará cessar a degradação social, de parte considerável da população brasileira, que não tem acesso aos direitos essenciais da democracia e nesta medida, o Brasil deixará de ser o país da América Latina que ainda aceita que a prática dos atos inumanos durante a ditadura militar possa ser beneficiada por anistia política.
Estamos certos que o Supremo Tribunal Federal dará a interpretação que fortalecerá a democracia no Brasil, pois Verdade e Justiça são imperativos éticos com os quais o Brasil tem compromissos, na ordem interna, regional e internacional.
Os Ministros do STF têm a nobre missão de fortalecer a democracia e dar aos familiares, vítimas e ao povo brasileiro a resposta necessária para a construção da paz.
Não à anistia para os torturadores, sequestradores e assassinos dos opositores à ditadura militar.
Comitê Contra a Anistia aos Torturadores
Com cópia para:
Ministro Cezar Peluso
Ministro Celso de Mello
Ministro Marco Aurélio
Ministra Ellen Gracie
Ministro Carlos Britto
Ministro Joaquim Barbosa
Ministro Eros Grau
Ministro Ricardo Lewandowski
Ministra Cármen Lúcia
Ministro Dias Toffoli
Procurador Geral da República, Dr.Roberto Gurgel
CONCORDA? QUER ASSINAR TAMBÉM ESSE APELO?
Férias são ótimas para ficar em dia com os episódios das séries que acompanhamos, com as listas de livros e de filmes. Também é um período muito bom para incluir hábitos mais saudáveis no dia a dia. Se essas atitudes fizerem parte da rotina durante as férias, elas poderão ser mantidas após a retomada das atividades normais — trabalho e estudos.
Uma das minhas atividades preferidas é andar de bicicleta pela cidade — algo que faz parte da minha rotina mesmo quando não estou de férias. Saía de bike por aí e então decidia por onde ir, em geral sempre andava pelos mesmos locais. No último fim de semana, comecei a utilizar o Google Maps para planejar o percurso antes de sair. Conhecer bem a cidade é uma grande vantagem, já que (ainda) não há a possibilidade de visualizar curvas de nível nos mapas para identificar as subidas e descidas.
Fiquei surpresa ao comparar um mapa em que não planejei o caminho antes de sair (17/jan/2010) e outro em que fiz esse planejamento (24/jan/2010). Sempre faço os mapas finais depois de voltar do passeio-exercício.
17/janeiro/2010: Parque Farroupilha
13,19km percorridos em 1h20min: Av. Cel. Aparício Borges, R. Dr. Salvador França, Av. Ipiranga, Av. João Pessoa, Parque Farroupilha, Av. Setembrina, Av. Osvaldo Aranha, Av. José Bonifácio, R. Santana, Av. Bento Gonçalves, Av. Cel. Aparício Borges.
Ver Bike: Parque Farroupilha (17/jan/10) no Google Maps.
24/janeiro/2010: Parcão
30,26km percorridos em 2h15min: Av. Cel. Aparício Borges, Av. Bento Gonçalves, retorno em frente à entrada do Campus do Vale UFRGS, Av. Bento Gonçalves, Av. Antônio de Carvalho, Av. Ipiranga, R. Ramiro Barcelos, Av. Protásio Alves, R. Mariante, Av. Goethe, Parcão, R. Dr. Timóteo, Av. 24 Outubro, Av. Plínio Brasil Milano, Av. Carlos Gomes, Av. Sen. Tarso Dutra, Av. Salvador França, Av. Cel. Aparício Borges
Ver Bike: Parcão (24/jan/10)no Google Maps
Descobri mais uma aplicação da tecnologia na prática de atividades físicas, totalmente free. Não saio sem antes consultar o Google Maps.
Nós que aqui estamos por vós esperamos
Direção: Marcelo Masagão
Música: Wim Mertens
Ano: 1998
O trabalhador das linhas de montagem do Ford T, cujo salário não lhe permitia adquirir o carro que fabricava; uma entre as muitas famílias japonesas que foram desintegradas pelas bombas atômicas lançadas pelos EUA na 2ª Guerra Mundial; as sufragistas, que lutaram pelo direito de voto para as mulheres; o primeiro americano, um negro, a morrer na cadeira elétrica que não tinha eletricidade em sua casa; … Esses e outros fatos são mostrados em imagens que remetem a uma reflexão sobre o século XX.
O filme, seguido da palestra de Enrique Padrós — professor de História Contemporânea na UFRGS, encerrou o História no Cinema 2009. De acordo com Padrós, o século XX foi marcado, acima de tudo, pela destruição. Duas grandes guerras abalaram a Europa; por outro lado, centenas de guerras em todo o mundo também causaram destruição e mortes. Os Estados Unidos, que hoje tentam impedir que Irã e Coreia do Norte tenham armamento nuclear, é o único país que utilizou bombas atômicas destruindo duas cidades japonesas. Os conflitos continuam no século XXI e a eles soma-se a degradação acelerada do meio ambiente. Também falou sobre a desconstrução de sonhos em favor do individualismo como um dos elementos que caracterizam a passagem do século XX para o século XXI.

O título do filme, encontrado no portão de um cemitério em Paraibuna no interior de São Paulo[1], é um contraponto aos grandes acontecimentos do século que passou, lembrando-nos da fragilidade humana e unindo os personagens anônimos da História.
ZRadio se tornou minha rádio preferida desde a primeira vez que ouvi em 2006. E todo ano, entre o Dia de Ação de Graças (Thanksgiving) e o Natal, a programação muda para músicas com tema natalino. As versões que estão entre minhas preferidas são as dos artistas que já escuto diariamente no mp3 player — Mercy Me, Mandisa, Amy Grant, Barlowgirl, Big Daddy Weave, Relient K e outros. Isso se deve, principalmente, aos arranjos que deixam as músicas com estilo mais CCM.
The Little Drummer Boy
Escrita por Katherine K. Davis em 1941 com o título “Carol of the Drum”. Harry Simeone gravou, em 1965, a versão com o título atual.
Little Baby, pa rum pum pum pum
I am a poor boy too, pa rum pum pum pum
I have no gift to bring, pa rum pum pum pum
That’s fit to give the King, pa rum pum pum pum,
rum pum pum pum, rum pum pum pum,Shall I play for you, pa rum pum pum pum,
On my drum?
The Little Drummer Boy — Mandisa
The Little Drummer Boy — Mercy Me
Silent Night
Tradução de “Stille Nacht, heilige Nacht” por John Freeman Young em 1859.
Silent night, holy night
Shepherds quake at the sight
Glories stream from heaven afar
Heavenly hosts sing Alleluia
Christ the Savior is born
Christ the Savior is born
It’s The Most Wonderful Time Of The Year
Escrita por Eddie Pola e George Wyle em 1963.
It’s the most wonderful time of the year
With the kids jingle-belling
And everyone telling you be of good cheer
It’s the most wonderful time of the year
It’s The Most Wonderful Time Of The Year — Amy Grant
Carol Of The Bells
Composição de Mykola Dmytrovych Leontovych, tem como motivo um ostinato de quatro notas de uma canção ucraniana pagã de ano novo. Peter Wilhousky e Minna Louise Hohman fizeram versões em inglês.
Christmas is here,
bringing good cheer,
to young and old,
meek and the bold,Ding, dong, ding, dong, that is their song,
With joyful ring, all caroling
One seems to hear words of good cheer
From everywhere, filling the air
Carol Of The Bells — Barlowgirl
O Come, O Come, Emmanuel
Tradução feita por John Mason Neale, no século 19, de “Veni, veni, Emmanuel” cuja origem é incerta.
Oh, come, Oh, come, Emmanuel,
And ransom captive Israel
That mourns in lonely exile here
Until the Son of God appear
Rejoice! Rejoice! Emmanuel
Shall come to thee, O Israel
O Come, O Come, Emmanuel — Big Daddy Weave
Silver Bells
Escrita por Jay Livingston e Ray Evans. Bob Hope and Marilyn Maxwell cantam Silver Bells no filme The Lemon Drop Kid, de 1951.
Silver bells, silver bells
It’s Christmas time in the city
Ring a ling hear them singing
Soon it will be Christmas day
Have Yourself A Merry Little Christmas
Publicada em 1943, a música se tornou popular após o musical “Meet Me In St. Louis” de 1944.
Here we are as in olden days
Happy golden days of yore
Faithful friends who are dear to us
Gather near to us once more
Have Yourself A Merry Little Christmas — Relient K
Rockin’ Around The Christmas Tree
Escrita por Johnny Marks em 1958, gravada por Brenda Lee dois anos depois.
Rockin’ around the Christmas tree
Let the Christmas spirit ring
Later we’ll have some pumpkin pie
And we’ll do some carolingYou will get a sentimental feeling
When you hear voices
Singing “Let’s be jolly
Deck the halls with boughs of holly”
Rockin’ Around The Christmas Tree — MercyMe
Sleigh Ride
Composição de Leroy Anderson em 1948. Foi gravada no ano seguinte por Arthur Fiedler e The Boston Pops Orchestra na forma instrumental. Dois anos depois, Mitchell Parish adicionou a letra.
Just hear those sleight bells jingle-ing
Ring ting tingle-too
Come on, it’s lovely weather
For a sleight ride together with you
Sleigh Ride — Relient K
Sleigh Ride — Amy Grant