Sobre o que escrevo?

Google Maps e o passeio de bicicleta

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Férias são ótimas para ficar em dia com os episódios das séries que acompanhamos, com as listas de livros e de filmes. Também é um período muito bom para incluir hábitos mais saudáveis no dia a dia. Se essas atitudes fizerem parte da rotina durante as férias, elas poderão ser mantidas após a retomada das atividades normais — trabalho e estudos.

Uma das minhas atividades preferidas é andar de bicicleta pela cidade — algo que faz parte da minha rotina mesmo quando não estou de férias. Saía de bike por aí e então decidia por onde ir, em geral sempre andava pelos mesmos locais. No último fim de semana, comecei a utilizar o Google Maps para planejar o percurso antes de sair. Conhecer bem a cidade é uma grande vantagem, já que (ainda) não há a possibilidade de visualizar curvas de nível nos mapas para identificar as subidas e descidas.

Fiquei surpresa ao comparar um mapa em que não planejei o caminho antes de sair (17/jan/2010) e outro em que fiz esse planejamento (24/jan/2010). Sempre faço os mapas finais depois de voltar do passeio-exercício.

17/janeiro/2010: Parque Farroupilha

13,19km percorridos em 1h20min: Av. Cel. Aparício Borges, R. Dr. Salvador França, Av. Ipiranga, Av. João Pessoa, Parque Farroupilha, Av. Setembrina, Av. Osvaldo Aranha, Av. José Bonifácio, R. Santana, Av. Bento Gonçalves, Av. Cel. Aparício Borges.


Ver Bike: Parque Farroupilha (17/jan/10) no Google Maps.

24/janeiro/2010: Parcão

30,26km percorridos em 2h15min: Av. Cel. Aparício Borges, Av. Bento Gonçalves, retorno em frente à entrada do Campus do Vale UFRGS, Av. Bento Gonçalves, Av. Antônio de Carvalho, Av. Ipiranga, R. Ramiro Barcelos, Av. Protásio Alves, R. Mariante, Av. Goethe, Parcão, R. Dr. Timóteo, Av. 24 Outubro, Av. Plínio Brasil Milano, Av. Carlos Gomes, Av. Sen. Tarso Dutra, Av. Salvador França, Av. Cel. Aparício Borges


Ver Bike: Parcão (24/jan/10)no Google Maps

Descobri mais uma aplicação da tecnologia na prática de atividades físicas, totalmente free. Não saio sem antes consultar o Google Maps.

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Nós que aqui estamos por vós esperamos

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Nós que aqui estamos por vós esperamos
Direção: Marcelo Masagão
Música: Wim Mertens
Ano: 1998

O trabalhador das linhas de montagem do Ford T, cujo salário não lhe permitia adquirir o carro que fabricava; uma entre as muitas famílias japonesas que foram desintegradas pelas bombas atômicas lançadas pelos EUA na 2ª Guerra Mundial; as sufragistas, que lutaram pelo direito de voto para as mulheres; o primeiro americano, um negro, a morrer na cadeira elétrica que não tinha eletricidade em sua casa; … Esses e outros fatos são mostrados em imagens que remetem a uma reflexão sobre o século XX.

O filme, seguido da palestra de Enrique Padrós — professor de História Contemporânea na UFRGS, encerrou o História no Cinema 2009. De acordo com Padrós, o século XX foi marcado, acima de tudo, pela destruição. Duas grandes guerras abalaram a Europa; por outro lado, centenas de guerras em todo o mundo também causaram destruição e mortes. Os Estados Unidos, que hoje tentam impedir que Irã e Coreia do Norte tenham armamento nuclear, é o único país que utilizou bombas atômicas destruindo duas cidades japonesas. Os conflitos continuam no século XXI e a eles soma-se a degradação acelerada do meio ambiente. Também falou sobre a desconstrução de sonhos em favor do individualismo como um dos elementos que caracterizam a passagem do século XX para o século XXI.

Nós que aqui estamos por vós esperamos

O título do filme, encontrado no portão de um cemitério em Paraibuna no interior de São Paulo[1], é um contraponto aos grandes acontecimentos do século que passou, lembrando-nos da fragilidade humana e unindo os personagens anônimos da História.

  1. http://pt.wikipedia.org/wiki/Nós_que_Aqui_Estamos_por_Vós_Esperamos acessado em 20/12/2009
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Da Computação para a Matemática

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Em 2004, ano em que fiz pré-vestibular pela primeira vez, eu não sabia muito bem qual curso escolher, a única coisa que já estava definida é que seria na UFRGS. Naquele ano, pensei em fazer um curso técnico em informática, então veio a pergunta: “por que tu não faz computação?” A pessoa que perguntou — de certa forma sugeriu — não tinha idéia de que o curso técnico em informática e o curso superior em computação estão a anos-luz de distância um do outro, eu só viria a descobrir isso muito depois.

Em 2005, faltaram poucos pontos para a aprovação no vestibular. Mais um ano de cursinho. Em janeiro de 2006: nome no listão da UFRGS, faixa com “passei na UFRGS” e comemoração. Muitos estudantes acreditam que a fase mais difícil é o vestibular, eles não sabem o que os espera depois da aprovação — eu também não sabia.

No fim do primeiro semestre de 2008, depois de muito pensar sobre a vida e a faculdade, admiti que Ciência da Computação não era o que eu queria. O primeiro problema tinha sido superado, apesar de ter passado quase três anos entre a aprovação no vestibular e a coragem para reconhecer: não dá mais.

As pessoas que me conhecem não têm ideia de como eu sou exigente comigo mesma; elas podem ter, no máximo, uma leve noção disso. É fato que aprendi muito mais sobre programação, redes, segurança, internet, jogos, …, do que teria aprendido em qualquer curso técnico. Acima disso, conheci pessoas legais e fiz muitos amigos. Por outro lado, só eu sei a frustração que senti por ter feito uma escolha errada que custou três anos da minha vida.

No começo desse ano, 2009, eu só estava certa que não queria continuar na computação; entretanto não estava preparada para a pergunta que viria a seguir: para qual curso eu vou? E, inevitavelmente, a próxima conclusão era: lá vou eu fazer vestibular — e cursinho — de novo.

Em 2004, um dos meus erros foi não ter procurado mais informações sobre o curso que tinha escolhido. Dessa vez, li com atenção o currículo dos cursos que estavam na minha lista de possibilidades, conversei com pessoas que já trabalham nas áreas em questão e fui às comissões de graduação para tirar algumas dúvidas.

Na metade desse ano, finalmente me decidi pela Matemática.

Em fevereiro de 2010, faço a matrícula — que não depende mais do vestibular porque fui selecionada na transferência interna. Mesmo assim, em janeiro, farei o vestibular. A UFRGS não vai devolver os cem reais da inscrição mesmo. Além disso, passei 2009 todo estudando e estou muito curiosa para saber como vou me sair.

Para o futuro, muitos planos. No presente, a satisfação de que fiz uma escolha mais consciente.

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Versões de músicas natalinas

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ZRadio se tornou minha rádio preferida desde a primeira vez que ouvi em 2006. E todo ano, entre o Dia de Ação de Graças (Thanksgiving) e o Natal, a programação muda para músicas com tema natalino. As versões que estão entre minhas preferidas são as dos artistas que já escuto diariamente no mp3 player — Mercy Me, Mandisa, Amy Grant, Barlowgirl, Big Daddy Weave, Relient K e outros. Isso se deve, principalmente, aos arranjos que deixam as músicas com estilo mais CCM.

The Little Drummer Boy
Escrita por Katherine K. Davis em 1941 com o título “Carol of the Drum”. Harry Simeone gravou, em 1965, a versão com o título atual.

Little Baby, pa rum pum pum pum
I am a poor boy too, pa rum pum pum pum
I have no gift to bring, pa rum pum pum pum
That’s fit to give the King, pa rum pum pum pum,
rum pum pum pum, rum pum pum pum,

Shall I play for you, pa rum pum pum pum,
On my drum?

The Little Drummer Boy — Mandisa
The Little Drummer Boy — Mercy Me

Silent Night
Tradução de “Stille Nacht, heilige Nacht” por John Freeman Young em 1859.

Silent night, holy night
Shepherds quake at the sight
Glories stream from heaven afar
Heavenly hosts sing Alleluia
Christ the Savior is born
Christ the Savior is born

Silent Night — Mercy Me

It’s The Most Wonderful Time Of The Year
Escrita por Eddie Pola e George Wyle em 1963.

It’s the most wonderful time of the year
With the kids jingle-belling
And everyone telling you be of good cheer
It’s the most wonderful time of the year

It’s The Most Wonderful Time Of The Year — Amy Grant

Carol Of The Bells
Composição de Mykola Dmytrovych Leontovych, tem como motivo um ostinato de quatro notas de uma canção ucraniana pagã de ano novo. Peter Wilhousky e Minna Louise Hohman fizeram versões em inglês.

Christmas is here,
bringing good cheer,
to young and old,
meek and the bold,

Ding, dong, ding, dong, that is their song,
With joyful ring, all caroling
One seems to hear words of good cheer
From everywhere, filling the air

Carol Of The Bells — Barlowgirl

O Come, O Come, Emmanuel
Tradução feita por John Mason Neale, no século 19, de “Veni, veni, Emmanuel” cuja origem é incerta.

Oh, come, Oh, come, Emmanuel,
And ransom captive Israel
That mourns in lonely exile here
Until the Son of God appear
Rejoice! Rejoice! Emmanuel
Shall come to thee, O Israel

O Come, O Come, Emmanuel — Big Daddy Weave

Silver Bells
Escrita por Jay Livingston e Ray Evans. Bob Hope and Marilyn Maxwell cantam Silver Bells no filme The Lemon Drop Kid, de 1951.

Silver bells, silver bells
It’s Christmas time in the city
Ring a ling hear them singing
Soon it will be Christmas day

Silver Bells — Relient K

Have Yourself A Merry Little Christmas
Publicada em 1943, a música se tornou popular após o musical “Meet Me In St. Louis” de 1944.

Here we are as in olden days
Happy golden days of yore
Faithful friends who are dear to us
Gather near to us once more

Have Yourself A Merry Little Christmas — Relient K

Rockin’ Around The Christmas Tree
Escrita por Johnny Marks em 1958, gravada por Brenda Lee dois anos depois.

Rockin’ around the Christmas tree
Let the Christmas spirit ring
Later we’ll have some pumpkin pie
And we’ll do some caroling

You will get a sentimental feeling
When you hear voices
Singing “Let’s be jolly
Deck the halls with boughs of holly”

Rockin’ Around The Christmas Tree — MercyMe

Sleigh Ride
Composição de Leroy Anderson em 1948. Foi gravada no ano seguinte por Arthur Fiedler e The Boston Pops Orchestra na forma instrumental. Dois anos depois, Mitchell Parish adicionou a letra.

Just hear those sleight bells jingle-ing
Ring ting tingle-too
Come on, it’s lovely weather
For a sleight ride together with you

Sleigh Ride — Relient K
Sleigh Ride — Amy Grant

ZRadio: About, Listen

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Novo layout: Just Pink

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Layout anterior do blog, Pink And White:

Layout anterior

Gostava dos efeitos com transparências sobre uma imagem de fundo, mas ultimamente estava achando um pouco exagerado. Dediquei as tardes ontem e de domingo para criar algo novo. Sem ideias de como começar, dessa vez pesquisei por alguns temas. Não queria nada excessivamente colorido, nem que dependesse de imagens de fundo que ocupam toda a tela — embora seja possível criar layouts bonitos com essas características.

Encontrei no Several3 uma ideia legal para começar: a barra na qual coloquei “Últimos posts”, “Sobre o que escrevo?” e “Páginas”.

Just Pink é o terceiro design que faço para o blog criando todos os arquivos necessários — style.css, index.php, single.php, archive.php, …

Just Pink

Há temas gratuitos muito bonitos disponíveis na internet, sem dúvida. Entretanto, prefiro exercitar a criatividade (em CSS, HTML e PHP) para dar meu toque ao visual do blog.

Como comentei no post Mudança de Layout, este foi o primeiro tema que criei, Stylish Geek:

Minha primeira criação para o blog

Alguns sites de referência, no entanto, não mudaram: Codex, W3 Schools e CSS3 Info.

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